sexta-feira, 27 de agosto de 2010

The end.

Era uma vez em um mundo lindo, em uma vida sem incertezas, em um momento perfeito. Assim era o mundo para Mandy e Artur. Um casal “fofo” como diziam as pessoas, e mais feliz, impossível. Tudo era lindo demais, e tão doce como se vivessem em um planeta que não chamaram de realidade. Eles tinham muitos amigos em comum. Brian era um grande amigo do casal, assim como Ahsley, Zoe, Dayse, e Albert. Mandy tinha percebido que o clima entre o casal não estava mais o mesmo, ela não sentia mais a presença de Artur, e se sentia mal com isso. Logo foi conversar com ele, para poder pedir um tempo, para ver o que podia acontecer, e para respirar um pouco de tudo isso. Ele logo aceitou tudo. Sem discussões. Eles levaram a vida normalmente, tanto ele, quanto ela. Até que em certo dia, Artur passava por momentos difíceis, e com a ajuda de uma conselheira sentiu que precisava voltar para o seu antigo amor. De todos os jeitos, ele tentou conversar com ela. Mas passaram se algumas semanas e logo desistiu da idéia. Rápido demais, e muito confuso, precisou se afastar de todos. Alguns não sabiam e nem imaginavam o motivo do qual ele precisava tanto desse tempo. Ahsley foi atrás de uma resposta, e obteve a pior possível. Mandy não conseguia entender de qualquer maneira o que tinha acontecido. E Zoe procurava saber sobre o fato, mas de nada sabia. Nas férias de julho, Mandy e Zoe tão ligadas ao Brian, se comunicavam todos os dias. Em um dia desses, Brian dizia se sentir mal, que precisava conversar com elas. O que ele tinha para contar era algo indesejado por Mandy, algo do qual ela não gostaria de saber. Mas precisou conhecer o relato. Brian contou tudo que havia acontecido com o amor antigo de Mandy e o porquê de tudo está assim como está. Ela não sabia o que sentir naquele momento. Talvez desprezo, mas talvez entendimento por tudo aquilo que aconteceu. Ela procurou tempo para poder absorver tudo aquilo. Era demais para ela. Mas ela soube da melhor forma o motivo do qual, o relacionamento dela estava desabando. Ela sentiu vontade de conversar com ele, mas a sua decepção era maior, e o silêncio que ele queria, também. Albert sabia de tudo. Ele era o melhor amigo de Mandy, mas não podia contá-lo, pois jurou segredo, porém se sentia mal todos os momentos junto com ela. Ahsley e Dayse também. Zoe não sabia no que pensar, pois sempre acreditou em Artur, e ele nunca havia comentado sobre esse acontecido. Ela procurou conversar com ele, mas de todas as formas ela foi rejeitada, e nem respondida. Muitos outros também sentiram essa vontade. O silêncio que ele queria e a distância, eram maior do que o seu próprio sentimento por todos eles. Ou talvez nem sentimento mais existia. Mandy já havia entendido tudo que tinha acontecido, e já tinha respostas para as duvidas que ela tinha. A partir desse ponto Mandy tirou suas próprias conclusões e viu que aquele menino do qual ela tinha encarado tudo, não era aquele do qual estava ali. Ela sentiu falta de confiança, algo diferente de decepção. Mas de certa forma também se decepcionou, não com a história de Brian, mas por motivos óbvios. Tudo estava declarado em cartas vazias e nulas. “Algum dia alguém procurou por você. Alguém que talvez você não quizesse mais por perto, mas alguém que do contrario, … queria o seu bem, e tenha certeza disso: O tempo passa e ele não volta aonde parou, e pode ser tarde.” Enfim, cada um seguiu a sua história. Inteligentemente ou não, felizes ou não. Seguiram, e eu tenho a certeza de que um dia ainda vão lembrar dessa história e rirão de suas próprias tragédias.

domingo, 8 de agosto de 2010

Confissões

Nós passamos por cada momento em nossas vidas. E o dos mais importantes, passamos com aquelas pessoas que demos o nome de "amigos". Em minha meia metade de vida, tive muitas experiências com eles. Claro, tive decepções. E acho que essas decepções me formaram o que eu sou hoje. Ontem eu pude ver como essas pessoas fazem falta e que precisamos delas. É tão difícil pensar que um dia isso vai acabar. Ou talvez não acabe. Não sei. Só sei que a partir de hoje eu não espero muito disso. Perdi 2 amigos e por motivos semelhantes.
Acho que estou passando por uma fase de modificação de novo. Pensamentos confusos é o que vem a minha cabeça. Por que existir um sentimento tão ruim quanto a saudade? Realmente estou sendo consumida por ela.
E não só por amigos que se foram, mas também pelos que estão presentes aqui comigo sempre.
Eu ainda não entendo essa minha incerteza de que tudo e todos, um dia vão me deixar. É totalmente estranho e angustiante. Mas quero pensar que eles sempre vão estar comigo. E quero fazer que cada minuto vala a pena. Porque essas pessoas são únicas.
O que mais me faz pensar é querer saber o porquê de tudo que está acontecendo. Por que o destino me reservou isso? Por que deixou ir embora uma das mais importantes amigas e a que eu mais preciso e precisava a todo o momento? Por que deixou ir embora aquela pessoa a qual alegrava o meu dia com suas brincadeiras? Por que deixou ir embora alguém que eu mais amava? Por que deixou ir embora todos aqueles que me auxiliavam na hora da dor? Eu ainda penso e reflito se algum dia eu fiz algum mau a alguém para poder estar recebendo isso. E penso também que talvez isso venha de uma forma melhor em dobro no futuro. Não sei. Eu somente quero agora é tentar mudar algo para que isso se resolva. Ou apenas esperar que um dia isso chegue.

blog

"Dizem que depois do adeus vem a saudade
Que depois da saudade vem o arrependimento
Eu não me arrependo.

Pulei do barco antes que ele afundasse
Eu queria aprender a nadar
Eu precisava.

Encontrei milhares de peixes
Me apaixonei por alguns eles
Os devorei.

Aprendi hoje, que peixes são mais bonitos de longe.
No mar
Nadando.

Eu não quero entrar de novo na sua embarcação
Sei que afundaríamos novamente
Você também sabe.

Apenas peço que pare de remar para longe
Eu odeio te perder de vista
Dói.

Desculpe pelo egoísmo, você faz parte de mim."

PS: eu achei esse texto em um blog e não me lembro em qual, pois faz tempo que tinha salvo, dai eu achei ele hoje, e coloquei porque tinha postado no twitter que era super fofo e realmente é. E tinham me pedido pra mim postar. Enfim tá ai :)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

maybe

Olhando figuras coloridas, insignificantes, e sem nexo. Perco-me em poucas lembranças de algo que algum dia foi importante. Algo que hoje, só me traz imperfeitas contradições, e a incerteza de um futuro promiscuo. Como a vida pode nos mostrar da pior forma algo que jamais descobriremos?! E se o mundo fosse de outra maneira? Como seriam as pessoas? Como seria a vida no planeta Terra? É tudo tão duvidoso. A vida é feita de duvidas. Eu ainda olho ao céu e consigo enxergar aquela estrela que um dia me fez feliz. E também consigo enxergar a que um dia me falou sobre a confiança, e a decepção. Palavras tão distintas, mas que andam juntas. Talvez não necessariamente o contrário.

Em um pequeno instante da minha vida, tive um momento de concentração e silêncio. E o vento me fez sentir e receber a resposta que eu precisava para dar continuidade na minha vida. Com essas respostas e descobertas, vou achar um plano e um projeto para que tudo corra bem. Pois tudo só depende de nós mesmos. Escolha é o que eu fiz quanto a isso e desde o dia que senti a minha primeira respiração. Vi filmes, li livros, e percebi que tudo que fazemos são coisas idiotas, mas é importante que façamos. "O que quer que você faça na vida, será insignificante. Mas é muito importante que você o faça. Porque ... ninguém mais o fará.” E no meio de uma dessas coisas insignificantes que nos acontece, surge der repente e sem ao menos chamá-lo. A melhor coisa, e impossível melhor, na vida de qualquer pessoa ... o amor. Mas esse só cada um para poder julgar. Porém, sim, o melhor e mais doido sentimento existente. O mais lindo e perfeito. O mais feliz e impossível. A Vida é assim, a cada surpresa, a cada momento, um significado diferente.

Nostalgia

“A saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler.”